domingo, 4 de setembro de 2016

Histórias reais e assustadoras contadas por crianças!!

1. Certa noite minha filha de 3 anos estava ao lado de seu irmão recém nascido e ficou olhando para ele por um tempo, quando num determinado instante, virou-se, olhou para mim e disse: “Papai, ele é um monstro e você deve enterrá-lo!”.

2. Quando meu filho tinha cerca de 4 ou 5 anos estávamos no banheiro escovando os dentes antes de sua hora de dormir. De repente ele largou a escova de dente, olhou para mim e disse: “Pai, por que o homem atrás de você tem uma faca”, e apontou atrás de mim!

3. Minha filha mais nova tinha apenas três anos quando eu percebi o chão molhado perto de sua cama. Perguntei-lhe por que o chão estava molhado e ela me disse: “Eu estava cuspindo nas pessoas do nevoeiro para eles irem embora”. Ela fez isso inúmeras vezes e me deixou assustada.

4. Um dia, minha filha com três anos na época me disse: “Você não se lembra, mamãe? Que antes você era a filha e eu era a mãe, você veio e arrancou as nossas cabeças. Chop, chop, chop, chop, pique! “. Ela fez movimentos repetitivos de cortar cada vez que dizia a palavra chop. Eu fiquei tão surpresa, que tudo o que disse foi “Felizmente querida, eu não me lembro de cabeça sendo cortadas.” Mesmo assim ela respondera: “Mas isso realmente aconteceu e eu me lembro muito bem!”.

5. Eu estava indo tomar banho, no segundo andar da casa de minha tia quando vi minha priminha gatinhando nas escadas. Muito animada, ela fazias caretas enquanto se divertia na escada. Eu perguntei o que ela estava fazendo e ela disse: “Eu estou imitando a senhora de trança!”. Eu olhei em minha volta e não havia ninguém além de nós.
Então perguntei: “Onde está esta senhora April?”. Ela apontou para direção oposta da escada e fiz mais uma pergunta: “E o que ela está fazendo agora?” Ela responde: “Fazendo caretas”. Achando que era imaginação dela eu sorri, comecei a subir as escadas novamente quando April disse algo que me fez parar no caminho: “as tranças delas estão enroladas no pescoço!”. Voltei-me e pedi para ela repetir. April apontou e disse: “a senhora está enrolada com sua trança no pescoço… fazendo caretas”. Quando April imitou as caretas, percebi que possivelmente esta suposta senhora estava com falta de ar!
6. Certa noite, enquanto cuidava das crianças de meu amigo percebi que o mais novo, com cerca de cinco anos de idade fez um desenho de uma mulher pendurada no teto. Ele olhou para mim e disse: “Ela me disse para desenhar isto e está vindo atrás de você, se esconda!”.
7. Certa vez fui chamada para cuidar da minha priminha em Montana. Naquela noite ela começou a me contar sobre o “homem assustador” que fica no quarto dos pais. E eu de curiosa cometi o erro de perguntar com o que ele se parece. E ele respondeu: “Ah, ele não tem rosto!”.
8. A minha filha me disse uma vez que existe uma mulher que olha para ela enquanto assiste filmes em seu quarto e dorme no teto acima de sua cama quando se deita para dormir. Ela também disse que a mulher não gosta de mim e quer comer meu coração.
9. Quando meu filho tinha três anos, ele veio até nosso quarto e subiu na cama chorando. Eu perguntei o que estava errado, e ele disse que o homem gordo com um buraco cheio de sangue na cabeça tentava abrir a janela do seu quarto.
10. Meu irmão (4 anos mais novo que eu) cresceu com fobia de água, e certa noite enquanto dava banho nele perguntei por que ele estava tão assustado com a água. Ele olhou para mim e disse (e eu me lembro palavra por palavra): “Eu estava em um grande navio, quando batemos num iceberg. Aquele momento foi realmente muito agitado, o navio afundou e então eu fiquei com muito frio boiando nas águas frias e agitadas. Consegui chegar num lindo lugar quente e esperei até que minha família veio me buscar.”
Minha mãe ouviu a história toda e então o tirou daquele banho. O mais assustador desta história é que o meu irmão nasceu no dia 15 abril de 1992, e o Titanic afundou no dia 15 de abril de 1912!
Bônus: Quando o meu filho mais velho tinha 2 anos de idade, ele apontou para o nosso banheiro de hóspedes e perguntou: “Por que a menina na banheira está triste?”.

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

A morte liga a cobrar

Era uma uma noite escura e chuvosa naquela cidade, e na casa número 103 só estava um adolescente, ja que os pais haviam saído.O garoto estava sentado no sofá bebendo refrigerante, comendo pipocas e assistindo a um filme de terror quando o telefone tocou.

Ele resolveu atender, mas quando atendeu não havia ninguém na linha, então ele achou que era trote e continuou assistindo o filme. Então o telefone tocou novamente, ele atendeu e novamente não havia ninguém na linha, ja irritado, ele desligou.
Meia hora depois, o telefone tocou outra vez, desta vez a ligação era a cobrar e o garoto atendeu, pois achou que poderia ser importante, ele perguntou quem era, e uma voz seca respondeu:“é a morte”! o garoto pensou:“não acredito, outro trote”! e desligou o telefone.
Mas, quando ele se sentou no sofá de repente a pipoca caiu no chão, a garrafa de refrigerante quebrou, a tv desligou e as luzes piscaram até se apagarem totalmente, a esta alura, o jovem ja estava assustado, então ele olhou para fora da janela e viu um sujeito usando uma tunica ensanguentada com capuz e segurando com suas mãos de esqueleto uma foice suja de sangue se aproximar da casa,e ele resouveu colocar o sofá em frente a porta, para que o sujeito não conseguisse entrar, mas o sujeito(que era a morte) quebrou uma janela e entrou, e o jovem só teve tempo de gritar enquanto era degolado pela morte.
Uma hora depois, os pais do jovem chegaram em casa e ficaram apavorados ao ver o corpo sem cabeça do filho pendurado na escada, e se mudaram no dia seguinte.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Demônio Refugiado



Num dia escuro de Inverno, a neve caía torrencialmente, crianças brincavam fazendo bonecos de neve enquanto eu as apreciava, elas pareciam sorridentes e bastante felizes. Fiquei um pouco a apreciá-las, até que tive um pressentimento estranho, um pressentimento que me abalou e que me entristeceu, não conseguia explicar aquela sensação.

Enquanto tudo isto se passava, uma das crianças olhava-me com um ar terrífico e ria-se alto com gargalhadas demoníacas, eu não conseguia mais estar ali, então fui para casa.

Uns dias depois fui passear no bosque e de repente, á beira de um pinheiro muito antigo vi uma poça de sangue com um corpo no centro, eu hesitei em ir ver o que era, mas tinha de ir, não podia fugir, havia uma força espiritual qualquer que me obrigava a ir para lá.

Quando vi, era uma criança, era a criança que me olhara terrificamente, tinha os olhos amarelos e na sua barriga dizia escrito com sangue “Este é o corpo de Satanás, Maldito quem o encontra”, não fiquei aterrorizado, pois talvez nem tenha tido tempo para pensar, logo a seguir uma força estranha me invadiu e vi um vulto que pediu que fosse com ele, eu olhei para trás e vi-me deitado no chão com um ferro espetado na cabeça e na minha barriga dizia “Maldito”.Num dia escuro de Inverno, a neve caía torrencialmente, crianças brincavam fazendo bonecos de neve enquanto eu as apreciava, elas pareciam sorridentes e bastante felizes. Fiquei um pouco a apreciá-las, até que tive um pressentimento estranho, um pressentimento que me abalou e que me entristeceu, não conseguia explicar aquela sensação.

Enquanto tudo isto se passava, uma das crianças olhava-me com um ar terrífico e ria-se alto com gargalhadas demoníacas, eu não conseguia mais estar ali, então fui para casa.

Uns dias depois fui passear no bosque e de repente, á beira de um pinheiro muito antigo vi uma poça de sangue com um corpo no centro, eu hesitei em ir ver o que era, mas tinha de ir, não podia fugir, havia uma força espiritual qualquer que me obrigava a ir para lá.

Quando vi, era uma criança, era a criança que me olhara terrificamente, tinha os olhos amarelos e na sua barriga dizia escrito com sangue “Este é o corpo de Satanás, Maldito quem o encontra”, não fiquei aterrorizado, pois talvez nem tenha tido tempo para pensar, logo a seguir uma força estranha me invadiu e vi um vulto que pediu que fosse com ele, eu olhei para trás e vi-me deitado no chão com um ferro espetado na cabeça e na minha barriga dizia “Maldito”.

domingo, 28 de agosto de 2016

A boneca


No dia de seu aniversário Lúcia foi acordada por sua madrasta lhe trazendo um grande pacote recebido pelos correios e endereçado a ela.

Animada com o embrulho a garota rapidamente desembrulhou o pacote e ficou horrorizada com o seu conteúdo, pois dentro da caixa havia a boneca mais repugnante que ela já havia visto.

A boneca era velha, completamente careca, com a pele rachada e coberta de poeira. Mas, o pior de tudo era a boca do brinquedo que apresentava dentes longos e afiados como se fossem as presas de um animal

Com um calafrio percorrendo seu corpo a criança atirou a boneca no chão, em direção a um canto. No mesmo instante sua madrasta lhe chamou a atenção, dizendo que alguém deveria ter tido trabalho para lhe enviar esta boneca antiga, e por isto, ela deveria se sentir agradecida.

Lúcia tentou protestar , mas sua madrasta não quis ouvi-la e a forçou a continuar com a boneca se recusando a jogar o brinquedo fora. Para não contrariar sua madrasta, a criança enfiou a boneca em um armário embaixo da escada, bem atrás de uma pilha de sapatos onde ela não precisaria olhar para aquela coisa feia.

Passada algumas noites, Lúcia estava deitada na cama quando ouviu um barulho: era um som estranho que ela não conseguia identificar... O barulho cessou e depois continuou por alguns minutos. Agora ela conseguia perceber que o som era como se algo caminhasse com pequenos passos.

Lúcia tremia em sua cama, incapaz de se mover. Ela dormia sempre com a porta aberta para aproveitar a luz que vinha do corredor, pois morria de medo do escuro. Logo pareceu que ouvira uma voz surrando para ela lá do corredor:

- Lúcia, eu estou no quinto degrau.

A criança, completamente apavorada, cobriu sua cabeça com os cobertores e ficou tremendo de medo, porém os sons pararam subitamente.

Naquela noite Lúcia não conseguiu mais dormir e ficou embaixo das cobertas até o dia amanhecer, quando sua madrasta entrou no quarto para acordá-la.

Lúcia contou o ocorrido para sua madrasta, que lhe explicou que tudo isso deveria ter sido um pesadelo. Mesmo assim a criança implorou a sua madrasta para que a deixasse jogar a velha boneca fora, mas ela insistiu que o brinquedo tinha sido um presente e ela deveria guardá-la. A madrasta dela ainda foi até o armário e lhe mostrou que o objeto estava no mesmo lugar de sempre.

Contrariada,Lúcia passou a dizer a si mesma que tudo não tinha passado de um sonho.
Naquela noite, Lúcia tentou ficar acordada o maior tempo possível , mas logo foi vencida pelo cansaço. Depois de um tempo foi acordada por uma voz abafada que dizia:

- Luuciaaaa eu estou no décimo degrau...

Novamente a criança colocou o cobertor na cabeça e passou a chorar de medo, não dormindo mais naquela noite. Como da outra vez, o som da voz acabou e ela não ouviu mais nada até o amanhecer.

Na escola Lúcia contou aos seus amigos sobre a boneca, porém todos riram e fizeram piadas sobre ela. Lúcia então calculou que se a boneca subia cinco degraus por noite na próxima chegaria até o alto da escada e ficaria de frente para o seu quarto.

Apavorada, Lúcia decidiu dormir com a porta de seu quarto fechada e com a luz acesa. Quando a sua madrasta entrou no quarto para lhe dar boa noite perguntou por que ela fechara a porta. Lúcia então  perguntou se poderia deixar a luz de seu quarto acesa, em vez de deixar a porta aberta, para aproveitar a luz do corredor. Mas, sua madrasta lhe disse que a luz do quarto era muito forte e isso não lhe deixaria dormir.

Dessa forma, Lúcia concordou em dormir com as luzes apagadas e com a porta fechada. Para  não ficar completamente escuro ela abriu as cortinas para tentar clarear um pouco seu quarto.

Assim que ela começou a cochilar passou a ouvir um barulho... e então a voz veio, mais clara e alta do que das outras vezes:

- Lúciaaa eu estou no topo da escada....

Na escuridão de seu quarto ela viu a porta abrir lentamente...

Na manhã seguinte o corpo da garotinha foi encontrado na parte debaixo das escadas. Eles imaginaram que ela teria ido até o banheiro durante a noite, tropeçado e caído pela escada quebrando seu pescoço.

Ao lado da criança fora encontrada uma velha boneca, sua madrasta então, pediu que ela fosse enterrada com o brinquedo.

- Ela amava tanto esta boneca... Agora elas podem ficar juntas para sempre – disse a madrasta.